AF Vita - Sistema de Apoio a Nutrição - Informacoes
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INFORMAÇÕES E LIMITES

 


 

O AF Vita é um sistema especialista avançado com algoritmos precisos e inteligentes. Abaixo você terá acesso a informações sobre sua base de dados, como ele processa informações e os limites que possui.

 

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Algumas situações podem impedir que os cardápios sejam gerados ou tenham que ser gerados flexibilizando-se regras. Dietas, filtros e parâmetros muito restritivos selecionados simultaneamente podem deixar o sistema sem alternativas de alimentos viáveis para o cardápio. Abaixo alguns casos nos quais a geraçao dos programas alimentares pode ficar comprometida.

 

1. DISPOSITIVO
Boa parte do processamento do AF Vita é feito pelo próprio dispositivo do usuário e não pelo servidor, assim, deve ser considerado o desempenho do equipamento. Considerando que processamentos de inteligência artificial são complexos e envolvem milhares de cálculos por segundo, dispositivos lentos ou com pouca memória podem interferir na performance e nos resultados do sistema.

Celulares e tablets em geral possuem limitações neste processamento em comparação a notebooks e desktops.

Existem dois ajustes que podem ser feitos para adequar da melhor forma possível a inteligência artificial do AF Vita ao seu equipamento. Eles estão disponíveis no painel de configurações acessao através do ícone de engrenagem:

 

A. PROFUNDIDADE DE CÁLCULO
Através deste ajuste você define a carga de processamento que será utilizada pela Inteligência Artificial do sistema. Quanto maior, mais exigirá do dispositivo, porém, com melhores resultados. Em alguns equipamentos manter esta configuração em níveis altos poderá tornar o processamento de cardápios muito lento. Tente manter o ajuste no maior nível possível que ainda permita um tempo de processamento tolerável.

IMPORTANTE: Esta configuração sofre interferência do TEMPO DE PROCESSAMENTO. Não adianta estar configurado para realizar milhões de cálculos se o tempo para isso for curto. Busque uma harmonia entre este ajuste, o TEMPO DE PROCESSAMENTO e o TIPO DE DIETA necessária
 
B. TEMPO DE PROCESSAMENTO
Através deste ajuste você ajusta um tempo limite de processamento por refeição antes do sistema flexibilizar regras. Quanto mais complexo o tipo de dieta e filtros aplicados, maior o tempo para gerar o cardápio. Para evitar que em cenários extremamente restritos haja uma demora insuportável, este ajuste pode ser configurado para limitar o quanto o computador tentará formar a refeição perfeita. Ao atingir o limite ele começa a flexibilizar regras para facilitar o processamento. As regras flexibilizadas não são fundamentais para as dietas (regras culturais e/ou de despensa).

IMPORTANTE: Este ajuste opera em conjunto com a PROFUNDIDADE DE PROCESSAMENTO. Não adianta o computador ter muito tempo para os cálculos se está programado para fazer a mínima quantidade ou o contrário, ter que fazer uma quantidade gigantesca de cálculos e não ter tempo. Importante o equilíbrio entre esta configuração, a PROFUNDIDADE DE PROCESSAMENTO e a dieta e filtros necessários.
 
2. AJUSTES ANTAGÔNICOS
Algumas dietas podem ser selecionadas juntas. Além das dietas, ainda podem ser selecionados ajustes clínicos (renal, hipoproteica, etc), filtros (impacto gicêmico, lactose, etc) e parâmetros (nível de despensa, peso da cultura, etc). A combinação dessas escolhas pode gerar uma situação na qual se torna inviável a geração de um cardápio que cumpra todas as regras simultaneamente, impedindo a geração do cardápio ou gerando de forma não balanceada.

Imagine uma dieta cetogênica estrita, restrita em gorduras/proteínas e barata (despensa simples): com essas exigências é praticamente impossível montar um cardápio visto que a dieta cetogênica tem alimentos proteicos e gordurosos como base, principalmente considerando a necessidade de ainda cumprir metas calóricas e de macronutrientes nas refeições.

Importante rever os ajustes, priorizando o que é fundamental e abrindo mão de ajustes menos relevantes no conjunto selecionado. Algumas alternativas automáticas para tentar contornar o problema são:

 

A. USAR RELATIVOS/ADAPTADOS
Algumas dietas, ajustes cínicos e/ou filtros, principalmente se usados em conjunto, são tão restritivos que mesmo com uma base de dados bastante grande, o sistema passa a contar com poucos itens para a elaboração de cardápios balanceados. Utilizar esta opção permite aumentar esse leque, tornando a geração mais fluida e eficaz, porém, serão inseridos itens que precisarão de adaptações. Tais itens serão destacados visualmente no cardápio e quando você passar o cursor sobre o alimento, será mostrada a adaptação necessária (Por exemplo, em uma panqueca, pode mostrar "Permitido se feita com farinha de amêndoas ao invés de farinha de trigo").
B. COMPOSTOS COMO BASE
Os ALIMENTOS COMPOSTOS são aqueles em por si só já formam um prato completo, como por exemplo "bobó de camarão com salada". No geral, todos os compostos já possuem um alimento base em sua formação. Considerando que alimentos base são fundamentais nas refeições, ativar a opção "COMPOSTOS COMO BASE" faz com que o sistema possua mais opções para formar as refeições de forma balanceada, visto que passam a considerar as bases dos alimentos compostos, passando a contar com um número muito maior de alimentos para balancear o prato. Desativar esta opção restringe em muito a quantidade de itens para balanceamento do programa alimentar.
C. EXTRAS E SOBREMESAS
Alimento extra são aqueles não vinculados a refeições, como por exemplo uma guloseima, um salgadinho, etc. Ativar as opções "USAR EXTRAS" e "SOBREMESAS" também dá ao sistema mais opções de trabalho.
D. TAMANHO DAS REFEIÇÕES
Este é outro ajuste que pode interferir na obtenção de programas alimentares balanceados. Ele define se as refeições precisam ser as menores possíveis em quantidade de itens ou não. Tente aumentar o tamanho da refeição neste ajuste em caso de muitas restrições.
E. FLEXIBILIZAÇÃO DE DESPENSA
Esta opção quando ativada viabiliza a geração de refeições aumentando tolerância a custo/complexidade dos itens nas refeições onde as metas estiverem inalcançaveis com a configuração de despensa atual. Este ajuste não faz com que todo cardápio passe a usar itens mais caros. Ele faz com que apenas itens necessários para balanceamento da refeição sejam flexibilizados quando não houver alternativas possíveis com as configurações atuais.
F. PESO DA CULTURA ALIMENTAR
Um limitador importante para composição das refeições pode ser o resultado deste ajuste. Quando ele está ativo impede que alimentos com hábito de consumo noturno sejam utilizados pela manhã ou que alimentos usados no lanche sejam usados no almoço, por exemplo. No caso de muitas restrições conjuntas, reduzir ou desligar este controle dá ao sistema uma margem maior de trabalho no programa alimentar.
 
2. DIETAS x AJUSTES CLÍNICOS
As dietas são formadas por regras que determinam a distribuição dos alimentos nas refeições. Elas determinam necessidades específicas e que são inegociáveis. Tais regras já levam em conta um balanceamento mínimo, evitando programas alimentares desequilibrados e com deficiência de elementos importantes.

Os ajustes clínicos por sua vez são considerados como uma priorização, porém não de forma inegociável. Se, por exemplo, considerarmos o HIPOPROTEICO como algo que não pode ser flexibilizado, teríamos refeições desbalanceadas e com isso seriam geradas deficiências em determinados nutrientes. Assim, habilitar um ajuste clínico não significa abrir mão 100% de todo um conjunto de alimentos, mas criar uma escala onde alguns são PROIBIDOS COMPLETAMENTE, outros POUCO RECOMENDADOS, outros BONS, alguns IDEAIS, etc. Com isso, o sistema irá preferir os IDEAIS, porém, mediante um desbalanceamento da refeição, irá tolerar alguns BONS (em menor quantidade), se necessário alguns POUCO RECOMENDÁVEIS (em menor quantidade ainda), etc, sendo os PROIBIDOS nunca utilizados.

Em resumo,os ajustes clínicos irão gerar uma tendência global próxima ao que se deseja mas não necessariamente de forma absoluta, priorizando as necessidades determinadas pela dieta e o balanceamento de nutrientes.
3. FILTROS
Os filtros, assim como as dietas, atuam bloqueando totalmente ou parcialmente determinado elemento. São importantes para pessoas com restrições clínicas severas (diferente do ajuste clínico que é uma tendência). Pessoas com intolerância a lactose, glúten, etc, podem utilizar os filtros para bloquear o reduzir seu uso (dependendo da gravidade).

Desta forma, ativar um filtro em conjunto com uma dieta será muito mais limitante para o sistema do que um ajuste clínico e uma dieta.
4. CONTROLE CALÓRICO
A opção CONTROLE CALÓRICO é utilizada quando houver uma necessidade de controle de calorias para dietas que visam redução ou manutenção de peso sem nenhuma exigência dietética específica. Ela pode ser acionada diretamente ou será automaticamente selecionada quando nenhuma dieta base for escolhida.

Se você tiver uma necessidade de ajuste clínico independente de dieta, o ideal seria utilizar a opção CONTROLE CALÓRICO em conjunto com o ajuste clínico desejado, uma vez, que o CONTROLE CALÓRICO por si só não limita o uso de nenhum item, o que promoverá a geração de cardápios com maior variedade de alimentos.
 
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A base de dados utilizada pelo sistema se origina da consolidação de dados de diversas fontes:

Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA - USP) – Atualmente uma das principais referências brasileiras.

Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO - UNICAMP) – Amplamente utilizada no Brasil, embora sua atualização seja menos frequente.

USDA FoodData Central – Uma das bases mais completas do mundo, muito utilizada em pesquisas internacionais, Mantida pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), mais especificamente pelo Agricultural Research Service (ARS), que é o braço de pesquisa científica do USDA.

FoodData Central – Rede internacional para dados de composição de alimentos. Reúne várias bases de dados, dentre elas: Foundation Foods, SR Legacy, Survey Foods, Branded Foods.

Informações declaradas pelos próprios fabricantes através de contatos diretos ou através de rótulos nutricionais específicos no caso de alimentos industrializados.


IMPORTANTE: O obetivo do projeto é disponibilizar ferramenta de IA capaz de manipular dados e realizar cálculos inteligentes para geração de programas nutricionais. Não faz parte do escopo do trabalho a manutenção de base de dados nutricionais, assim, por mais que tenha o cuidado de utilizar dados confiáveis, os mesmos são de responsabilidade das instituições/empresas que os fornecem. O sistema é flexível o bastante para permitir correções em dados nutricionais. Se você notar alguma divergência em informações, faça contato para que possa ser avaliada correção.
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ATENÇÃO:

O MODELO AINDA ESTÁ SENDO TREINADO EM ALGUMAS QUESTÕES, ASSIM, NO MOMENTO, PODEM AINDA SER GERADOS CARDÁPIOS COM ITENS PONTUAIS FORA DE CONTEXTO OU IMPOSSIBILIDADES DE PROCESSAMENTO.

VEJA ABAIXO O ANDAMENTO DO TREINAMENTO EM TEMPO REAL:
Progresso do Treinamento da IA
 
 

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